sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A CRISE NO ENSINO MÉDIO



Não tenho como começar a falar sobre Ensino Médio e não me reportar à qualidade do ensino fundamental, pois um é conseqüência do outro. Temos um ensino fundamental deficitário no qual o aluno vai somando lacunas no decorrer dos anos e quando chega na conclusão do ensino fundamental se vê dentro de um enorme “buraco de dificuldades” que acaba se sentindo incapaz de continuar a estudar e ingressar no Ensino Médio.

Agora pergunto: Tornar obrigatório o cursar o Ensino Médio garantirá uma melhor educação do nosso povo?
As estatísticas apontam que 1,5 milhões de jovens na faixa de 15 a 17 anos estão fora da escola. Qual o motivo que leva um jovem a abandonar os estudos? Segundo os próprios jovens, além de um ensino deficitário no Fundamental é a ausência de sentido que o frequentar a escola faz na vida deles.
Nada é acrescentado uma vez que a didática da escola não consegue caminhar em sintonia com os avanços vivenciados pela sociedade. A escola continua com o mesmo formato tanto físico (cadeiras enfileiradas, giz, lousa, etc.) quanto didático (o professor fala e o aluno escuta), caminhando à margem do que está acontecendo ao seu redor.
Há uma dicotomia no frequentar a escola, pois ela tem como objetivo preparar o aluno para viver e produzir em sociedade, e o aluno ao freqüentar a escola se sente como se estivesse num mundo à parte, pois a escola não acompanha a evolução, como o uso das novas tecnologias, permanecendo estagnada em suas estruturas arcaicas.
Nos dias de hoje tudo caminha muito rápido e com isso a escola fica cada vez mais distante da realidade vivida pelo jovem estudante. Ainda presa a currículos disciplinares previamente elaborados, embasados em definições e conceitos, a escola se mantém distante dos problemas socioambientais provocados pelo progresso desenfreado perdendo a oportunidade de “educar” conscientemente o aluno para uma vivência harmoniosa entre o homem e a natureza.
Também não prepara o aluno para a multiplicidade de profissões que surgiram ao longo destes últimos anos promovendo condições para que possa optar, dentre tantas, pela que o motivará a cursar uma universidade ou se especializar através de cursos profissionalizantes, construindo seu projeto de vida.
Na verdade as escolas com Ensino Médio preparam o aluno somente para que este passe no exame vestibular, de preferência nas primeiras colocações, e com isso possam se promover em cima do índice de aprovação alcançado.
São praticamente três anos de “treino” para a “grande apresentação” que trará uma satisfação momentânea ao candidato e um retorno eficaz à escola. O objetivo maior que deveria ser o “preparar” fica num plano secundário.
Diante destes resultados desanimadores é preciso que a escola desista de vez de enxergar, desde a Pré-escola até o Ensino Médio, a classe como um todo e passe a ver cada aluno como único.
O respeitar do tempo de cada um é fundamental para o sucesso do aprendizado. Também saber enxergar quais os interesses, as habilidades, a diversidade e a realidade da comunidade em que a escola está inserida, e se apropriar destes itens utilizando-os como fonte inesgotável de aprendizagem.
A escola tem que propiciar e ensinar o aluno a pensar, desenvolvendo habilidades cognitivas ao mesmo tempo em que desenvolve habilidades sociais estimulando a inteligência emocional que envolverá o controle dos sentimentos, a automotivação, a empatia. Enfim, deverá propiciar que o aluno se torne capaz de conviver e produzir em sociedade.
Adequando o Ensino Médio dentro da realidade tornando-o mais atraente, a obrigatoriedade se tornará um quesito “pequeno” uma vez que eles mesmos se sentirão motivados a cursar.
Para finalizar gostaria de citar a socióloga Helena Singer fundadora do Instituto Politeia Educação Democrática e diretora pedagógica da Cidade Escola Aprendiz que diz:
“Considerando que o objetivo maior do ensino médio é possibilitar aos estudantes o desenvolvimento das competências necessárias para o mundo do trabalho e a construção de um projeto de vida, o educador tem como principal tarefa acompanhar um processo de emancipação que vem da autoconfiança, do prazer do aprendizado, da motivação e do engajamento no próprio processo de conhecimento e na superação de desafios.
Este processo começa com o acolhimento e continua com a descoberta dos talentos que irão possibilitar a realização de projetos de vida.
Afinal, o aprendizado é permanente, começando no nascimento, e talvez por isso mesmo não faça muito sentido falar em educação básica, ensino médio, fim de etapa…”
Contribuíção da nossa Técnioca em Educação /Gestão Escolar  a ProfªZulma Maria Firmes Peixoto

                                                                 

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Mensagem dos Coordenadores do Noturno da CRE Centro





Queridos colegas,


Gostaria neste momento de dividir com todos, os meus sentimentos do que foi/é/será a PEDAGOGIA EMPREENDEDORA nas escolas da Educação de Jovens e Adultos. Pensar numa prática desta natureza nas salas de aula requer muita dedicação, paciência, persistência e acima de tudo acreditar que a mesma ajudará no processo de aprendizagem de nossos alunos.
Assim trouxemos no ano de 2008 a idéia de trabalharmos nesta visão. Discutimos, estudamos e conhecemos o que é a PEDAGOGIA EMPREENDEDORA. Veio neste mesmo ano mais uma vez a idéia de concluirmos com uma FEIRA DO EMPREENDEDOR. A qual seria apresentada para a comunidade uma parte dos trabalhos realizados em sala de aula com os alunos e comercializados.
Foi uma sucesso a FEIRA DO EMPREENDEDOR 2008 das escolas municipais que contemplam a CRE CENTRO.
Em 2009, tivemos muuuuuuuuuuuuuuuuuuuitos contratempos, diversidades, entraves e muitas vezes grande parte do grupo pensou em desistir. É, colegas, para nós do noturno nada foi, nem será fácil. Batalhamos muito, ouvimos muitos "nãos", mas nunca pensamos em desistir devido a clientela que fazemos parte: de batalhadores, lutadores, pessoas que trabalham o dia todo, que possuem uma tripla jornada de trabalho e que mesmo diante do cansaço físico e mental estão conosco na sala de aula.

Somos vitoriosos!

Poucas são as CREs que se envolvem em tal empreendimento. Somos felizardos por termos um grupo de gestores, coordenadores, professores e alunos comprometidos em "um fazer diferente" e que acreditam e confiam em nosso trabalho. Saibam que fizemos o possível e muitas vezes o impossível para que a finalização do projeto ocorresse com energia (foi negado às 17h do dia 27), com o espaço (só às 15h recebemos um ofício legal autorizando o evento) e com local decente para colocarmos tão preciosos objetos( foi negada as barracas da SESP),mas contamos com um grupo tão ávido por fazer bonito que a decoração das barracas/mesas só fez abrilhantar mais nossa FEIRA.
Pois é colegas, nada foi fácil mesmo. Mas diante de tantas dificuldades impostas ... o que era da nossa competência fizemos da melhor forma possível.
Por isto gostaria de agradecer ao grupo da CRE DIURNO (Gleide, Lúcia, Marise, Cecílio, Juliana, Djane, Neilton, Aidilma, Zulma, Nívea) que nos apoiou, ajudou e se solidarizou com todas as nossas dificuldades. A nossa Coordenadora Regional, Christianne Navarro, que esteve conosco nesta caminhada todos os momentos, e ao nosso Subcoordenador Reginaldo Reis.

Finalizo este momento com uma música de nosso eterno Gonzaguinha...

Eu acredito é na rapaziada
Que segue em frente e segura o rojão
Eu ponho fé é na fé da moçada
Que não foge da fera e enfrenta o leão
Eu vou à luta com essa juventude
Que não corre da raia a troco de nada
Eu vou no bloco dessa mocidade
Que não tá na saudade e constrói
A manhã desejada
Aquele que sabe que é negro
o coro da gente
E segura a batida da vida o ano inteiro
Aquele que sabe o sufoco de um jogo tão duro
E apesar dos pesares ainda se orgulha de ser brasileiro
Aquele que sai da batalha
Entra no botequim, pede uma cerva gelada
E agita na mesa logo uma batucada
Aquele que manda o pagode
E sacode a poeira suada da luta e faz a brincadeira
Pois o resto é besteira
E nós estamos pelaí...

O nosso PARABÉNS a todos vocês que abrilhantaram o PELÔ com uma garra e energia de quem "...segue em frente e segura o rojão..."
Desculpem as falhas e enganos,mas somos humanos e suscetíveis a erros. Nós,educadores que somos,mais do que ninguem sabemos o quanto que aprendemos com eles.


FEIRA DO EMPREENDEDOR

"Uma vontade,uma necessidade, uma oportunidade!"

Atenciosamente,

Adriana Purificação
Coordenadora Pedagógica - CRE CENTRO
                                                                     

Jogo de xadrez como recurso didático



Como surgiu o jogo de xadrez?


Embates reais que desenvolvem o raciocínio
Fonte: Planeta Educação
Não se sabe ao certo a origem desse jogo. Alguns atribuem sua origem a um jogo que surgiu na Índia no século VI a. C., o chaturanga, que significa “quatro armas” em sânscrito. Quatro pessoas podiam jogá-lo. Eram oito peças: rei, vizir, barco, elefante e quatro soldados. Com as invasões árabes do século X, o chaturanga chegou à Europa, passando então a ser disputado por apenas 2 pessoas.
Outros dizem que foi o rei Salomão que já cansado da sua rotina, criou um concurso para que os participantes criassem um jogo onde não houvesse sorte ou azar. Os seus jogadores deveriam ter concentração, analisar estratégias, valorizando assim aspectos da inteligência humana e não a força física.
Conta a lenda, que depois de ver vários jogos, o rei ficou muito entusiasmado com o xadrez e quis pagar pelo jogo. O seu inventor era um homem muito esperto e disse que o pagamento deveria ser feito em trigo, mas da seguinte maneira: na primeira casa do tabuleiro deveria ser colocado um grão de trigo, na segunda casa 2 grãos, na terceira casa 4 grãos, na quarta casa 8 grãos, na quinta casa 16 grãos, na sexta casa 256 grãos... E assim sempre multiplicando o resultado por ele mesmo até que se completassem as 64 casas do tabuleiro.

O rei pediu ao seu contador que pagasse ao homem.
O contador começou a fazer como lhe foi ordenado, mas chegando na metade do tabuleiro, viu que não havia jeito de pagar, pois não haveria trigo suficiente, mesmo que se plantasse trigo no mundo todo! O rei foi ao encontro do inventor e relatou que não tinha condições de efetuar o pagamento. O inventor disse ao rei que a sua inteligência não tinha preço...
O objetivo do xadrez é fazer com que o rei do adversário se renda. O rei é a figura mais importante desse jogo. É necessário pensar estratégias para colocar o rei adversário em xeque – mate.



Como surgiu o jogo de xadrez?

Embates reais que desenvolvem o raciocínio
Fonte: Planeta Educação
Não se sabe ao certo a origem desse jogo. Alguns atribuem sua origem a um jogo que surgiu na Índia no século VI a. C., o chaturanga, que significa “quatro armas” em sânscrito. Quatro pessoas podiam jogá-lo. Eram oito peças: rei, vizir, barco, elefante e quatro soldados. Com as invasões árabes do século X, o chaturanga chegou à Europa, passando então a ser disputado por apenas 2 pessoas.
Outros dizem que foi o rei Salomão que já cansado da sua rotina, criou um concurso para que os participantes criassem um jogo onde não houvesse sorte ou azar. Os seus jogadores deveriam ter concentração, analisar estratégias, valorizando assim aspectos da inteligência humana e não a força física.
Conta a lenda, que depois de ver vários jogos, o rei ficou muito entusiasmado com o xadrez e quis pagar pelo jogo. O seu inventor era um homem muito esperto e disse que o pagamento deveria ser feito em trigo, mas da seguinte maneira: na primeira casa do tabuleiro deveria ser colocado um grão de trigo, na segunda casa 2 grãos, na terceira casa 4 grãos, na quarta casa 8 grãos, na quinta casa 16 grãos, na sexta casa 256 grãos... E assim sempre multiplicando o resultado por ele mesmo até que se completassem as 64 casas do tabuleiro.
O rei pediu ao seu contador que pagasse ao homem.
O contador começou a fazer como lhe foi ordenado, mas chegando na metade do tabuleiro, viu que não havia jeito de pagar, pois não haveria trigo suficiente, mesmo que se plantasse trigo no mundo todo! O rei foi ao encontro do inventor e relatou que não tinha condições de efetuar o pagamento. O inventor disse ao rei que a sua inteligência não tinha preço...
O objetivo do xadrez é fazer com que o rei do adversário se renda. O rei é a figura mais importante desse jogo. É necessário pensar estratégias para colocar o rei adversário em xeque – mate.

                                                         




                                                          O MOVIMENTO DAS PEÇAS

Peão

Movimenta-se para frente, de casa em casa e ataca nas diagonais. Na saída, pode avançar duas casas. Se conseguir atingir a última linha do lado adversário do tabuleiro pode ser promovido a qualquer peça, com exceção do rei.

Cavalo

Movimenta-se em "L", duas casas na vertical e uma na horizontal, ou vice-versa. É a única peça que se movimenta por sobre as outras, embora ataque somente a casa na qual a jogada se completa.

Bispo

O bispo tem o direito de se movimentar em qualquer diagonal do tabuleiro, avançando o número de casas livres que desejar. Mesmo assim, ameaça somente aquela que vai ocupar no final do lance.

Torre

Representa os castelos europeus da Idade Média. Desloca-se na horizontal ou na vertical quantas casas livres quiser e ataca apenas a última casa de seu movimento.

Rainha

Pode andar em qualquer direção, qualquer número de casas. A rainha é a peça mais versátil do xadrez. Ataca somente a última casa de seu movimento.

Rei

Sempre foi a figura mais poderosa do jogo. É sobre ele que se aplica o xeque-mate. O rei se movimenta em qualquer direção, uma casa por vez, só não pode ocupar as casas vizinhas à do rei adversário.



                                                       

                                                      XADREZ COM TAMPINHAS


Confeccionamos um Jogo de Xadrez com tampinhas de garrafa Pet.
Tivemos que juntar muitas tampinhas, pois cada aluno deveria ter 32 para poder montar seus dois exércitos com 16 tampinhas em cada lado do tabuleiro.
As tampinhas vieram uma a uma; quem trazia mais, dava aos colegas com menos. Aprendemos a compartilhar.
Para identificar os exércitos, pintamos as peças em papel com cores diferentes, facilitando sua identificação no jogo.
O tabuleiro pintamos na cor que mais gostávamos.
                                      
                                                                     



                                                             O xadrez e o aprendizado

Mais do que lazer, o xadrez é um grande aliado na educação
Depois do futebol, o esporte mais praticado no mundo é o xadrez. E, assim como a bola, ele entrou na escola e disputa a paixão da garotada. De atividade extracurricular para ocupar alunos que ficam o dia todo no colégio, o xadrez passa cada vez mais a ser adotado como recurso pedagógico para o ensino de disciplinas como a matemática ou a história. Alguns colégios já tornaram o aprendizado no jogo de tabuleiro obrigatório. "Começamos com alunos de 10 a 12 anos, e o resultado e a aceitação foram tão bons que estendemos para os de 9 e pretendemos reduzir ainda mais a idade dos praticantes".


Mais atentos

O professor de xadrez José Antonio Rosa lembra que o jogo, por desenvolver habilidades como a concentração, pode trazer muita ajuda a crianças com distúrbio nessas áreas, como as hiperativas. "O xadrez toma conta da atenção delas. Conseguem ficar paradas jogando", afirma. Outros benefícios da atividade, segundo ele, são o desenvolvimento do autocontrole, da paciência e da memória, além da capacidade de antecipar as ações. "
A criança tem de prever a jogada do adversário e com base nisso preparar a sua. É um ótimo uso para a imaginação que não falta às crianças", conclui o professor Rosa.

Momento de aprender

Para o professor José Antonio Rosa, as crianças podem começar a aprender xadrez por volta dos 6 anos, mas aos 7 terão facilidade maior para praticar. "Nessa idade, elas estão mais abertas ao aprendizado, em fase de alfabetização, quando entram em contato com uma série de novos símbolos e linguagens", explica. Em três aulas, de acordo com o especialista, a criança está jogando, sabe mover as peças de forma básica. Em seis meses, começa a buscar estratégias nas jogadas e a entender um pouco de tática. Já pode participar de torneios escolares.



































                                                  

domingo, 29 de novembro de 2009

A UNIDADE ESCOLAR VIVALDO DA COSTA LIMA ESTÁ COM UMA PARCERIA.....

                                                






Olhe que maravilha !!!!!
O SENAC/ Cursos , fechou uma parceria  com  nossa escola, oferecendo

vagas  para  os  cursos  profissionalizantes para  os  nossos alunos do Noturno.
                               


                                               


Firmamos tbém parceria com a CASA DO BENIN e estaremos promovendo os cursos , assim estamos disponibilizando 02 vagas por curso, totalizando 06 vagas para esta escola.

   As vagas são limitadas.
   Estes cursos visam a geração de rendas e inclusão no mercado de trabalho.
   Parabénsssssssssss !!!!!
   Uma oportunidade Maravilhosa para os nossos alunos da Unidade Escolar Vivaldo da Costa Lima.







2ª FEIRA DO EMPREENDEDORISMO DAS UNIDADES ESCOLARES DA CRE CENTRO

MAIS REGISTROS!!! 
GENTE , ESSES   MOMENTOS  SÃO DEMAIS DA CONTA!!!!



MARIA QUE CHARME!!!!
OLHE A U.E. PAROQUIAL DA VITÓRIA , AÍ  GENTE  !!!!!



HUMMMMMMMMMMM!!!!!
SR,WALDIR,SECRETÁRIO ESCOLAR DA U.E., PAROQUIAL DA VITÓRIA!!!!!



HUMMMM  DELÍCIA !!!!!



















GENTE ESSE GRUPO É DA CRE SUBURBIO , QUE VEIO BRILHAR JUNTO COM A CRE CENTRO!!!!!
CADA ARRANJO LINDO !!!!!











PUXA CADA TRABALHO LINDO !!!!

2ª FEIRA DO EMPREENDEDORISMO DAS UNIDADES ESCOLARES DA CRE CENTRO


Escola Maria Quitéria



RADIOLELÉ



RADIOLÉLE



GRUPO DA CRE, NOTA 10 !


CRE CENTRO NO PELÔ !!!



CRE CENTRO! NOTA 10 !


OLHE A CRE NOVAMENTE !!!!











A CRE ESTÁ CHIQUE BEM !!!!!
ALEX VC ESTÁ TIRANDO UMA ONDA !!!!
RUTH E ANA TBÉM !!!!
TODOS NA ARRUMAÇÃO A TARDE!!!!




HUMMMMMMM MUITO LINDO !!!!!



MENINAS VCS ESTÃO DEMAIS DA CONTA!!!!!
HERCÍLIA , ESTÁ MARAVILHOSA!!!!



LINDO !!!!



NA HORA DA ARRUMAÇÃO!!!!
QUEREMOS AGRADECER A TODOS , MAS EM ESPECIAL A GALERA DA VIVALDO, QUE NOS AJUDOU MUITO !!!
VALEU!!!!

JORNAL VIRTUAL PROFISSĂO MESTRE-Profissăo Mestre – Ano 7 Nº 145 – 27/11/2009



Passou rápido, não foi? Agora pouco eu estava escrevendo o JV com a Receita de ano novo e já estamos aqui outra vez, quase nos despedindo novamente...Porém, antes, vamos refletir um pouco sobre o que passou e o que está por vir? Sobre sua saúde, por exemplo, como ela está? O que precisa ser melhorado? Dê mais atenção a ela, afinal, não há nada mais importante.Este texto foi escrito por Gustavo Rodrigues, publicado na revista Profissão Mestre e adaptado aqui para o nosso Jornal. Vou dividi-lo em duas partes para não ficar cansativa a leitura, pois é um texto extenso ok?
Não deixe a profissão acabar com a sua saúdeO início de um novo ano sempre remete ao costume de se traçar metas. Entre as mais cotadas, estão as relacionadas a estética e saúde: uns se comprometem a perder peso, outros juram largar maus hábitos ou vícios. E você, professor, como quer que seja seu ano de 2010? Para começar, sugerimos que identifique os pontos que necessitam de mais atenção na sua vida, que não devem ser poucos, se considerarmos a rotina desgastante de quem trabalha com educação, ainda mais no Brasil.
Falar horas seguidas, trabalhar em pé e ter jogo de cintura para lidar com alunos problemáticos são desafios que exigem bastante do físico e do psicológico. E, cedo ou tarde, as más condições de trabalho resultam em problemas que comprometem a eficiência do profissional.

Só no Rio de Janeiro, mais de cinco mil professores ficaram doentes no primeiro trimestre de 2008, número que corresponde a 6,5% do total de servidores da educação. Em abril, foram computadas quase 17 mil faltas 12.790 abonadas, já que foram decorrência de problemas de saúde. Entre as complicações mais comuns na classe profissional está a Síndrome de Burnout, caracterizada por excessiva exaustão física e emocional. Ela começa com um sentimento de desconforto que aumenta, enquanto a vontade de lecionar diminui.

Burnout pode ser traduzido como queimar, pifar. Imagine isso acontecendo com uma pessoa. É como se nada funcionasse como deveria; um estresse que chega e se aprofunda, não passa. Sintomaticamente, a síndrome é reconhecida pela ausência de energia, alegria, entusiasmo, satisfação, interesse, vontade, sonhos para a vida, idéias, concentração, autoconfiança e humor.
Principal causador da Síndrome de Burnout, o estresse é considerado um dos maiores inimigos dos trabalhadores, atingindo cerca de 70% das pessoas economicamente ativas no Brasil, de acordo com a ISMA (International Stress Management Association). Ficar atento aos sintomas é o primeiro passo para combatê-lo. Os mais comuns são fadiga, tensão, mal-estar, falhas de memória, dor no pescoço e cabeça, irritação, falta de sono e concentração, angústia e dificuldade de concentração e de visão. Identificado o problema, deve-se buscar meios para controlá-lo, incluindo atividades prazerosas durante o dia e aprendendo a lidar com as situações que causam esse estresse.

Também é importante ter um dia-a-dia equilibrado, com prática de exercícios físicos, ingestão de alimentos saudáveis e vida social ativa, reforça o psicólogo do Instituto Vitalis, Marco Aurélio Varassin Hernandes. Além disso, é importante também reduzir o uso de falsos redutores do estresse como o álcool, a cafeína e a nicotina.
Quando os problemas são físicos
É possível dar uma aula sem utilizar o quadro-negro. É possível fazê-lo sem livros. Dá para lecionar sentado ou em pé. E dar uma aula sem falar? Até nos dias de prova, o educador tem de soltar um aviso aqui e ali. Isso significa que, na maioria das vezes, começa a falar pela manhã e só pára à noite. Por conta desse uso excessivo, poucos são os que não sofrem de problemas vocais. Os mais comuns são a rouquidão e as perdas vocálicas, que podem ser causadas pelo uso inadequado e excessivo da voz ou podem indicar a presença de nódulos ou pólipos vocais. A voz é o instrumento de trabalho dos professores. Por isso, sempre que perceberem alguma alteração devem procurar um especialista para identificar a causa do problema e indicar o melhor tratamento observa a fonoaudióloga do Hospital Iguaçu, em Curitiba, Ana Paula Kochen.
Entre as recomendações para manter uma voz saudável estão: evitar o cigarro, que irrita a mucosa e o trato vocal; não consumir bebidas alcoólicas, pois o álcool produz efeito anestésico que mascara a dor de garganta conseqüente do esforço, evitar ambientes com ar-condicionado, que podem causar ressecamento da mucosa vocal. É fundamental também a ingestão de líquidos. Isso irá aumentar a hidratação laríngea, facilitando a expressão oral, ressalta.
Um estudo com 747 professoras do Estado da Bahia, com média de idade de 74 anos, constatou que 59,2% estavam com rouquidão. Pior: 25,6% tiveram perda temporária da voz, que, além do impacto sobre a saúde das profissionais, pode afetar o desempenho docente e prejudicar o processo de aprendizagem.
Ainda que não seja uma doença ocupacional aguda, a rouquidão começa com sintomas de fraqueza de voz, que levam à dificuldade de modulação, e percorre um caminho que tem como destino nódulos e calos nas cordas vocais, diz Eduardo Farias dos Reis, professor da Faculdade de Medicina da UFBA. O estudo apontou que 91,7% das professoras fazem uso intensivo da voz, sendo as duas alterações mais comuns o cansaço ao falar e a sensação de voz rouca ou fraca após um dia de trabalho. Quanto aos sintomas relacionados à saúde da garganta, os mais freqüentemente citados foram sensação de ressecamento (66,5%), coceira (51,5%), pigarro (49,7%) e dor (43,6%).
Novas pesquisas mostram ainda que uma parte importante do ato vocal é usada para controlar e disciplinar os alunos, e não apenas para transmitir conhecimento. E, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), é a voz projetada, utilizada para exercer influência sobre outras pessoas, seja para chamar atenção ou para tentar persuadir e ganhar a audiência, a mais propensa a causar danos aos órgãos vocais. Neste aspecto, medidas para adequação das salas de aula deveriam incluir a instalação de sistemas de amplificação sonora, com microfones e amplificadores.
Outro importante dado levantado é a baixa procura por ajuda médica. Por envolver um tratamento caro, demorado e que normalmente não é coberto pelos convênios, apenas 4,9% dos professores disseram ter consultado um fonoaudiólogo, disse Reis.
A favor dos docentes, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou em novembro último o projeto de lei 1128/03, do deputado Carlos Abicalil (PT-MT), que cria o Programa Nacional de Saúde Vocal do Professor da Rede Pública de Ensino. O programa prevê a realização de exames preventivos para identificar indícios de problemas vocais. Detectada alguma alteração, o professor terá pleno acesso aos tratamentos fonoaudiológicos e médico. Também será orientado por fonoaudiólogos quanto à importância dos princípios da saúde vocal e do uso adequado da voz.
Pesquisado pela nossa Técnica em Educação /Gestão - Zulma Maria Firmes Peixoto




 

Valei Zulma !Muito interessante e importante !!!