No dia 11 de Novembro estivemos na LBV , para poder conhecer um pouc o do trabalho que eles desenvolvem .Gente ficamos impressionadas com o comportamento , com a alegria , com a organização do lugar.
As crianças vão a escola num turno e no outro almoçam e desenvolvem várias atividades como música, aula de computação , trabalho em cima de temas diversificados e prá completar um projeto ligado ao esporte ¨Esporte é Vida ¨
Reportando a fala do Presidente da Legião da Boa Vontade .¨Um povo é um povo liberto.É essencial ao progresso as massas populares cada vez mas instruída , educadas e espiritualizadas , pois sem fraternidade e respeito não haverá uma sociedade em paz.Portanto com ingresso a uma existência digna e mais feliz, maternal e moralmente falando.A instrução do intelectro9 não é suficiente para formar o verdadeiro cidadão do terceiro milênioque tem... mil anos para desenvolver um novo tipo de civilização.
Ao cérebro deve-se juntar o bom sentimento.
O medo nasce da ignorância.Por isso , quem abre escolas e espiritualiza op saber ilumina as almas e fecha prisões.Victor Hugo (1802-1885) assegurava que quem abre escolas cerra cadeias.É urgente difundir a Pedagogia do Cidadão Ecumênica , a Pedagogia do Amor , do carinho e do afeto , imprescindíveis ao sustento do Espi
írito e que são medicamentos energéticos para a cura de enfermidades , a começar pela psíquicas , que prejudicam a absorção das lições necessárias ao enriquecimento intelectual dos estudantes.O bom gosto da vida é o aprendizado infinito .¨
Extraído do artigo ¨Prisões fechadas ¨publicadas em cenbtenas de jornais , sites e revistas no Brasil e no exterior e divulgado em milhares de emissoras de rádio e TV do Pais.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Trabalho e Educação
Faz-se imprescindível a compreensão das influências da relação entre o capitalismo e a educação. Mesmo com a libertação das influências da Igreja e do Militarismo a partir da pós - modernidade, ainda sofremos a influência do capitalismo - que gerou a escola dualista. Esta descaracterização da escola, estabelecendo dois princípios norteadores, gerando consecutivamente a inclusão e exclusão, foi amplamente criticada por alguns teóricos.
O atual modelo de escola ainda está preso a uma formação tradicional, formando alunos que aprenderam a ser iguais aos seus professores, a reproduzirem o mesmo conhecimento massificado. Em contrapartida, a sociedade está calcada na tecnologia, no acesso rápido à informação (que não encontra ao alcance de todos) e o mercado de trabalho busca um profissional eclético, crítico, versátil.
O interesse por esta disciplina vem da minha inquietação sobre a educação do nosso país e como a mesma pode contribuir para a redução das desigualdades sociais e a melhoria das relações de trabalho, pois entendo que todos independentes da sua classe social, cor, religião e pensamento, possuem o direito de ter um ensino público e gratuito. Educar é um ato político, que possibilita a um indivíduo ser um sujeito na sua história; a partir do momento que o mesmo entende o seu estar no mundo, sua realidade social, possui mecanismos de intervenção para transformá-la – assim a escola assume sua função humanizadora.
Se tivermos uma educação mais qualificada, uma política que invista totalmente na educação iremos atingir sempre os melhores patamares em relação ao trabalho e economia. O indivíduo que detém uma amplitude de conhecimentos terá a possibilidade de galgar melhores cargos, refletir acerca do seu ambiente de trabalho, das relações entre capital e trabalho, além de poder ocupar melhores cargos dentro da profissão escolhida e contribuir para um melhor desenvolvimento do seu país.
A educação possui uma extrema relevância nas relações sociais e na reflexão de suas desigualdades; é necessário que todos que façam parte destas relações contribuam para a adoção de medidas mais eficazes, deixando desta maneira de inserir medidas de curta interferência nesta realidade.
Quando se fala na qualidade da educação, está-se pensando como resultado de todo um processo da aprendizagem dos sujeitos envolvidos. Essa aprendizagem resulta do desenvolvimento dos objetivos propostos, almejando a construção da cidadania. Assim, podemos dizer que a qualidade tão desejada é uma qualidade social, pois ela só será conquistada a partir do comprometimento de todo o conjunto dos processos e, como o capitalismo está se tornando cada vez mais exigente, buscando profissionais mais competentes. Deve-se pensar como está sendo preparado o profissional da educação, se há necessidades de adequações dos profissionais que estão sendo postos no mercado de trabalho, se eles estão aptos a atuar no mercado, conforme as exigências do mesmo.
O profissional de educação deverá estar qualificado, conhecendo as novas tecnologias, bem como as capacitações ou qualificações que estão sendo desenvolvidas em todas as instituições privilegiadas. O conceito de educação não pode ser específico e sim, amplo, pois a educação ocorre em vários lugares, institucionalizados ou não, sob várias modalidades. Todavia, os problemas e dilemas continuam, persistem velhos preconceitos, mantém-se o apego a teses ultrapassadas, às vezes com o frágil argumento de que são conquistas históricas. A conquista de hoje também será histórica amanhã.
Destarte e não obstante tímida iniciativa na área observa-se que os governos não investem o suficiente e nem de maneira séria na educação, incluindo-se aí a preparação, a atualização e a reciclagem dos professores e demais profissionais envolvidos no processo. O profissional é mal remunerado, mal preparado e pouco valorizado e sendo assim, não se sente motivado e nem responsável pela qualidade da educação que está ministrando aos seus educandos, esquecendo-se também que, na realidade, os alunos de hoje são os cidadãos de amanhã.
Disso tudo emergem profissionais desqualificados, principal razão para a situação caótica em que se encontra a educação no nosso país. Todo profissional, seja ele qual for, salvo raríssimas exceções, tem que passar pela mão do professor. Não adianta investir em programas sociais ligados à educação e em outros programas correlatos, se não se possui uma política séria de investimento e qualificação dos nossos educadores que na realidade, são os responsáveis pela inserção dos cidadãos, de forma adequada, na sociedade onde vivem.
Se não temos uma educação de qualidade, se não investimos nos nossos educadores, como vamos ter cidadãos de qualidade? Todo ser humano, independentemente de sua classe social, tem direito a um ensino de qualidade e recebendo uma educação de qualidade, obviamente que terá as suas chances aumentadas e maiores oportunidades no mercado de trabalho, A sociedade será melhor e mais produtiva, enfim, todos serão beneficiados. Uma sociedade sem educação e sem qualificação produz um país com as mesmas características, condenando os seus cidadãos ao subdesenvolvimento.
*Contribuíção da nossa Técnica em Educação Zulma Peixoto
O atual modelo de escola ainda está preso a uma formação tradicional, formando alunos que aprenderam a ser iguais aos seus professores, a reproduzirem o mesmo conhecimento massificado. Em contrapartida, a sociedade está calcada na tecnologia, no acesso rápido à informação (que não encontra ao alcance de todos) e o mercado de trabalho busca um profissional eclético, crítico, versátil.
O interesse por esta disciplina vem da minha inquietação sobre a educação do nosso país e como a mesma pode contribuir para a redução das desigualdades sociais e a melhoria das relações de trabalho, pois entendo que todos independentes da sua classe social, cor, religião e pensamento, possuem o direito de ter um ensino público e gratuito. Educar é um ato político, que possibilita a um indivíduo ser um sujeito na sua história; a partir do momento que o mesmo entende o seu estar no mundo, sua realidade social, possui mecanismos de intervenção para transformá-la – assim a escola assume sua função humanizadora.
Se tivermos uma educação mais qualificada, uma política que invista totalmente na educação iremos atingir sempre os melhores patamares em relação ao trabalho e economia. O indivíduo que detém uma amplitude de conhecimentos terá a possibilidade de galgar melhores cargos, refletir acerca do seu ambiente de trabalho, das relações entre capital e trabalho, além de poder ocupar melhores cargos dentro da profissão escolhida e contribuir para um melhor desenvolvimento do seu país.
A educação possui uma extrema relevância nas relações sociais e na reflexão de suas desigualdades; é necessário que todos que façam parte destas relações contribuam para a adoção de medidas mais eficazes, deixando desta maneira de inserir medidas de curta interferência nesta realidade.
Quando se fala na qualidade da educação, está-se pensando como resultado de todo um processo da aprendizagem dos sujeitos envolvidos. Essa aprendizagem resulta do desenvolvimento dos objetivos propostos, almejando a construção da cidadania. Assim, podemos dizer que a qualidade tão desejada é uma qualidade social, pois ela só será conquistada a partir do comprometimento de todo o conjunto dos processos e, como o capitalismo está se tornando cada vez mais exigente, buscando profissionais mais competentes. Deve-se pensar como está sendo preparado o profissional da educação, se há necessidades de adequações dos profissionais que estão sendo postos no mercado de trabalho, se eles estão aptos a atuar no mercado, conforme as exigências do mesmo.
O profissional de educação deverá estar qualificado, conhecendo as novas tecnologias, bem como as capacitações ou qualificações que estão sendo desenvolvidas em todas as instituições privilegiadas. O conceito de educação não pode ser específico e sim, amplo, pois a educação ocorre em vários lugares, institucionalizados ou não, sob várias modalidades. Todavia, os problemas e dilemas continuam, persistem velhos preconceitos, mantém-se o apego a teses ultrapassadas, às vezes com o frágil argumento de que são conquistas históricas. A conquista de hoje também será histórica amanhã.
Destarte e não obstante tímida iniciativa na área observa-se que os governos não investem o suficiente e nem de maneira séria na educação, incluindo-se aí a preparação, a atualização e a reciclagem dos professores e demais profissionais envolvidos no processo. O profissional é mal remunerado, mal preparado e pouco valorizado e sendo assim, não se sente motivado e nem responsável pela qualidade da educação que está ministrando aos seus educandos, esquecendo-se também que, na realidade, os alunos de hoje são os cidadãos de amanhã.
Disso tudo emergem profissionais desqualificados, principal razão para a situação caótica em que se encontra a educação no nosso país. Todo profissional, seja ele qual for, salvo raríssimas exceções, tem que passar pela mão do professor. Não adianta investir em programas sociais ligados à educação e em outros programas correlatos, se não se possui uma política séria de investimento e qualificação dos nossos educadores que na realidade, são os responsáveis pela inserção dos cidadãos, de forma adequada, na sociedade onde vivem.
Se não temos uma educação de qualidade, se não investimos nos nossos educadores, como vamos ter cidadãos de qualidade? Todo ser humano, independentemente de sua classe social, tem direito a um ensino de qualidade e recebendo uma educação de qualidade, obviamente que terá as suas chances aumentadas e maiores oportunidades no mercado de trabalho, A sociedade será melhor e mais produtiva, enfim, todos serão beneficiados. Uma sociedade sem educação e sem qualificação produz um país com as mesmas características, condenando os seus cidadãos ao subdesenvolvimento.
*Contribuíção da nossa Técnica em Educação Zulma Peixoto
Diversidade, sociedade e educação
Estimular e compreender a diversidade presente em nossa sociedade é um grande desafio que se faz presente, principalmente na educação. Nesse contexto, nós educadores, temos a tarefa de mostrar no ambiente escolar as contribuições positivas que os alunos com necessidades especiais podem trazer, envolvendo toda a comunidade escolar e estimulando o debate para a construção de uma escola realmente para todos.
Como recém-formada em Pedagogia com habilitação em gestão, o meu interesse por essa disciplina deriva do fato de tratar-se de um tema desafiador e que sempre esteve presente nas minhas reflexões ainda como graduanda, acerca desse tipo de prática docente e do seu contínuo aperfeiçoamento.
Ao se questionar a educação e a sua aplicabilidade, o papel do docente face às transformações sociais e principalmente, a real necessidade da consciência do educador na sua ação docente, propõe-se a estabelecer mudanças significativas no que diz respeito a conceitos pré-estabelecidos sobre a deficiência que, durante muito tempo, esteve atrelada à simbologia de indivíduos incapazes e sem representação social – tendo seu poder de decisão transferido a outros.
Redefinir um modelo social para a plena aceitação a absorção dos diferentes tipos de deficiência se faz urgente. Muitos grupos considerados minoritários já se engajam para promover essa transformação, que se dará principalmente por intermédio da escola e com a participação do professor e da sociedade. Temos um espaço público real e outro projetado, em implantação, que pode se tornar real, mas para isso, ainda temos longo caminho a percorrer. Para tanto, é necessária a ampliação do debate e a conscientização dos órgãos públicos no sentido de transformar o projeto em reais políticas públicas de inclusão.
Muito freqüentemente, as diferenças entre as pessoas são vistas como um problema. Em relação aos ajustes educacionais, são dificuldades que necessitam ser trabalhadas, melhoradas ou as pessoas envolvidas precisam estar “prontas” (homogeneizados) para se encaixarem em uma determinada situação social. Como podemos transformar, deliberadamente, as diferenças de classes sociais, gêneros, idades, habilidades, raças e interesses distintos em recursos positivos para serem usados na educação?
As diferenças oferecem uma grande oportunidade para o aprendizado, oferecendo recursos livres, abundantes e renováveis. A diversidade, em suas múltiplas formas, é celebrada em instituições de ensino com características inclusivas. As oportunidades de se capitalizar os benefícios da diversidade não devem somente ser focalizadas nos alunos. As diferenças encontradas dentro das equipes de funcionários da escola, no tocante aos seus vários “berços” (as suas origens), características e experiências, devem ser incentivadas, procuradas, evidenciadas e avaliadas. Esses recursos, inerentes à diversidade humana, não devem ser negligenciados.
Essa negligência neste caso pode ser um grande inconveniente, pois vai acabar impactando negativamente no trabalho das pessoas engajadas em promover valores e oportunidades para todos. Para o trabalho ser bem sucedido, as diferenças devem ser reconhecidas como um recurso positivo, pois somente assim estaríamos requerendo a mudança dos paradigmas que ainda estão longe dessa percepção.
Vale lembrar que as percepções que as pessoas constroem de si e dos outros resultam, em grande parte, de um complexo histórico, onde a cultura imprime as suas marcas em cada indivíduo, ditando normas e fixando ideais, de forma que a nossa singularidade acaba por revelar a história acumulada de uma sociedade.
Essas percepções interferem na expectativa que os educadores formam a respeito de alunos com deficiências e podem introjetar-se nos próprios alunos, obstaculizando sua aprendizagem e participação tanto no contexto escolar, como também na sociedade onde está inserido.
É preciso que se promova a ruptura do processo de reprodução das estruturas excludentes que nos cercam e, de certa forma, nos sufocam de preconceitos cristalizados. Para reconhecer e assumir a diversidade há de se redimensionar o olhar, desalojando o instituído. Olhar a diferença no sentido de perceber que ela rotula, marca, discrimina, é tão importante quanto olhar para além da diferença, não permitindo que ela se coloque como poderosa força de exclusão.
Que possamos fazer parte do grupo de pessoas preocupadas em combater a lógica da cultura do preconceito, que desejam a ruptura dos processos de reprodução ideológica, a desconstrução das verdades instituídas e o desafio de lutar por uma sociedade e uma escola melhor para todos.
*Contribuíção da nossa Técnica em Educação Zulma Peixoto.
Como recém-formada em Pedagogia com habilitação em gestão, o meu interesse por essa disciplina deriva do fato de tratar-se de um tema desafiador e que sempre esteve presente nas minhas reflexões ainda como graduanda, acerca desse tipo de prática docente e do seu contínuo aperfeiçoamento.
Ao se questionar a educação e a sua aplicabilidade, o papel do docente face às transformações sociais e principalmente, a real necessidade da consciência do educador na sua ação docente, propõe-se a estabelecer mudanças significativas no que diz respeito a conceitos pré-estabelecidos sobre a deficiência que, durante muito tempo, esteve atrelada à simbologia de indivíduos incapazes e sem representação social – tendo seu poder de decisão transferido a outros.
Redefinir um modelo social para a plena aceitação a absorção dos diferentes tipos de deficiência se faz urgente. Muitos grupos considerados minoritários já se engajam para promover essa transformação, que se dará principalmente por intermédio da escola e com a participação do professor e da sociedade. Temos um espaço público real e outro projetado, em implantação, que pode se tornar real, mas para isso, ainda temos longo caminho a percorrer. Para tanto, é necessária a ampliação do debate e a conscientização dos órgãos públicos no sentido de transformar o projeto em reais políticas públicas de inclusão.
Muito freqüentemente, as diferenças entre as pessoas são vistas como um problema. Em relação aos ajustes educacionais, são dificuldades que necessitam ser trabalhadas, melhoradas ou as pessoas envolvidas precisam estar “prontas” (homogeneizados) para se encaixarem em uma determinada situação social. Como podemos transformar, deliberadamente, as diferenças de classes sociais, gêneros, idades, habilidades, raças e interesses distintos em recursos positivos para serem usados na educação?
As diferenças oferecem uma grande oportunidade para o aprendizado, oferecendo recursos livres, abundantes e renováveis. A diversidade, em suas múltiplas formas, é celebrada em instituições de ensino com características inclusivas. As oportunidades de se capitalizar os benefícios da diversidade não devem somente ser focalizadas nos alunos. As diferenças encontradas dentro das equipes de funcionários da escola, no tocante aos seus vários “berços” (as suas origens), características e experiências, devem ser incentivadas, procuradas, evidenciadas e avaliadas. Esses recursos, inerentes à diversidade humana, não devem ser negligenciados.
Essa negligência neste caso pode ser um grande inconveniente, pois vai acabar impactando negativamente no trabalho das pessoas engajadas em promover valores e oportunidades para todos. Para o trabalho ser bem sucedido, as diferenças devem ser reconhecidas como um recurso positivo, pois somente assim estaríamos requerendo a mudança dos paradigmas que ainda estão longe dessa percepção.
Vale lembrar que as percepções que as pessoas constroem de si e dos outros resultam, em grande parte, de um complexo histórico, onde a cultura imprime as suas marcas em cada indivíduo, ditando normas e fixando ideais, de forma que a nossa singularidade acaba por revelar a história acumulada de uma sociedade.
Essas percepções interferem na expectativa que os educadores formam a respeito de alunos com deficiências e podem introjetar-se nos próprios alunos, obstaculizando sua aprendizagem e participação tanto no contexto escolar, como também na sociedade onde está inserido.
É preciso que se promova a ruptura do processo de reprodução das estruturas excludentes que nos cercam e, de certa forma, nos sufocam de preconceitos cristalizados. Para reconhecer e assumir a diversidade há de se redimensionar o olhar, desalojando o instituído. Olhar a diferença no sentido de perceber que ela rotula, marca, discrimina, é tão importante quanto olhar para além da diferença, não permitindo que ela se coloque como poderosa força de exclusão.
Que possamos fazer parte do grupo de pessoas preocupadas em combater a lógica da cultura do preconceito, que desejam a ruptura dos processos de reprodução ideológica, a desconstrução das verdades instituídas e o desafio de lutar por uma sociedade e uma escola melhor para todos.
*Contribuíção da nossa Técnica em Educação Zulma Peixoto.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Reunião com os núcleos da CRE Centro -Considerações e orientações Pedagógicas
Nos dia 11 , 12 e 17 de Novembro a CRE Centro estará reunida com os Coordenadores e vices diretores das Unidades Escolares dos Núcleos da CRE Centro.
Dia 11/11-Núcleos 1 e 2
Dia 12/12 -Núcleos 3 e 4
Dia 17/11 -Núcleos 5,6 e 7
Local: CRE Centro
Manhã e Tarde
1-Participação do Grupo do AYMARÁ , para conversar e orientar sobre a 2ª prova
2-Avaliação de Desempenho
3-Provinha Brasil
4-Prova Brasil
5-Orientações do final do Ano
Dia 11/11-Núcleos 1 e 2
Dia 12/12 -Núcleos 3 e 4
Dia 17/11 -Núcleos 5,6 e 7
Local: CRE Centro
Manhã e Tarde
1-Participação do Grupo do AYMARÁ , para conversar e orientar sobre a 2ª prova
2-Avaliação de Desempenho
3-Provinha Brasil
4-Prova Brasil
5-Orientações do final do Ano
Repaginando a Educação Infantil -Contribuíção dada pela Coordenadora Pedagógica
“Que eu jamais possa dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, será uma tragédia para o mundo se eu conseguir convencê-la disso”.(AD)
No passado, acreditava-se que a criança só podia entrar na escola aos cinco anos. Hoje se sabe que, quanto mais cedo isto acontecer, melhor. Os três primeiros anos são os mais importantes para o desenvolvimento cerebral. A educação infantil é extremamente importante para o desenvolvimento integral do ser humano. Os estímulos que uma criança recebe nos primeiros anos de vida definem seu sucesso escolar e seu desenvolvimento.O primeiro papel da escola é levar a criança à plena realização de si mesmo.
Ao aprender construindo aprende-se para a vida. Devemos como educadores possibilitar a elaboração de uma identidade múltipla promovendo o respeito às diferenças, à divergência, em direção ao pluralismo ao escutar e à ajuda recíproca. A escola infantil é um comunitário de aprendizes, quando concebemos que as crianças são “aprendizes da comunidade”, na medida que se propõe uma dupla identidade: a “criança de casa” (com saberes construídos) e a “criança aprendiz” (com saberes que serão construídos). A prática didática deve prever o aprendizado cooperativo, o desenvolvimento metacognitivo, a base dialógica, a legitimação das diferenças, as experiências contextualizadas e os papéis alternados.
A criança como sujeito social histórico, estabelece no seu presente, a identidade de portadora e produtora de cultura. Nesse sentido a infância passa a ser considerada como tempo de “Preparação para…”, sonhar, brincar, sorrir, jogar, desenhar, colorir. Com isso, tudo o que a criança tem direito, faz desse período de sua vida um momento em que ela é a protagonista do seu desenvolvimento como sujeito de sua história.
Nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, estão contemplados os Fundamentos Norteadores, que priorizam os Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e do Respeito ao Bem Comum; os Princípios Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática; os Princípios Estéticos da Sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da diversidade de manifestações artísticas e culturais; assim como as práticas de educação e cuidados, que possibilitam a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/lingüísticos e sociais da criança, entendendo que ela é um ser completo, total e indivisível.
Na Declaração Universal dos direitos da Criança proclamados pela ONU, os anos mais importantes para o desenvolvimento da criança são os seis primeiros. Nesses seis anos se forma a estrutura da personalidade e a base da sua afetividade, em torno da imagem que ela faz de si mesmo. Aos seis anos a criança já passou por várias experiências, como o amor ou a rejeição, o carinho ou a violência, o cuidado ou a indiferença, a certeza ou a dúvida, a alegria ou a ansiedade. Para desenvolver-se de maneira saudável e feliz, é preciso que a maior parte das experiências seja positiva.
Qualquer criança tem o direito de ser criança. Infelizmente, o que temos constatado é que elas estão sendo antecipadas a crescer, coagidas a amadurecer e a adotar responsabilidades, que não condizem com a sua faixa etária.
Desrespeitar o direito de ser criança prejudica o seu desenvolvimento emocional.
“É nessa fase da vida que se inicia a construção do ser autônomo, crítico e criativo, sem o que, um país não poderá jamais alcançar o pressuposto tão almejado qual seja de um povo livre e independente, quer política, econômica, intelectual ou cientificamente”.
Amélia Hamze
Profª da FEB/CETEC
FISO, ISEB-Barretos
No passado, acreditava-se que a criança só podia entrar na escola aos cinco anos. Hoje se sabe que, quanto mais cedo isto acontecer, melhor. Os três primeiros anos são os mais importantes para o desenvolvimento cerebral. A educação infantil é extremamente importante para o desenvolvimento integral do ser humano. Os estímulos que uma criança recebe nos primeiros anos de vida definem seu sucesso escolar e seu desenvolvimento.O primeiro papel da escola é levar a criança à plena realização de si mesmo.
Ao aprender construindo aprende-se para a vida. Devemos como educadores possibilitar a elaboração de uma identidade múltipla promovendo o respeito às diferenças, à divergência, em direção ao pluralismo ao escutar e à ajuda recíproca. A escola infantil é um comunitário de aprendizes, quando concebemos que as crianças são “aprendizes da comunidade”, na medida que se propõe uma dupla identidade: a “criança de casa” (com saberes construídos) e a “criança aprendiz” (com saberes que serão construídos). A prática didática deve prever o aprendizado cooperativo, o desenvolvimento metacognitivo, a base dialógica, a legitimação das diferenças, as experiências contextualizadas e os papéis alternados.
A criança como sujeito social histórico, estabelece no seu presente, a identidade de portadora e produtora de cultura. Nesse sentido a infância passa a ser considerada como tempo de “Preparação para…”, sonhar, brincar, sorrir, jogar, desenhar, colorir. Com isso, tudo o que a criança tem direito, faz desse período de sua vida um momento em que ela é a protagonista do seu desenvolvimento como sujeito de sua história.
Nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, estão contemplados os Fundamentos Norteadores, que priorizam os Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e do Respeito ao Bem Comum; os Princípios Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática; os Princípios Estéticos da Sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da diversidade de manifestações artísticas e culturais; assim como as práticas de educação e cuidados, que possibilitam a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/lingüísticos e sociais da criança, entendendo que ela é um ser completo, total e indivisível.
Na Declaração Universal dos direitos da Criança proclamados pela ONU, os anos mais importantes para o desenvolvimento da criança são os seis primeiros. Nesses seis anos se forma a estrutura da personalidade e a base da sua afetividade, em torno da imagem que ela faz de si mesmo. Aos seis anos a criança já passou por várias experiências, como o amor ou a rejeição, o carinho ou a violência, o cuidado ou a indiferença, a certeza ou a dúvida, a alegria ou a ansiedade. Para desenvolver-se de maneira saudável e feliz, é preciso que a maior parte das experiências seja positiva.
Qualquer criança tem o direito de ser criança. Infelizmente, o que temos constatado é que elas estão sendo antecipadas a crescer, coagidas a amadurecer e a adotar responsabilidades, que não condizem com a sua faixa etária.
Desrespeitar o direito de ser criança prejudica o seu desenvolvimento emocional.
“É nessa fase da vida que se inicia a construção do ser autônomo, crítico e criativo, sem o que, um país não poderá jamais alcançar o pressuposto tão almejado qual seja de um povo livre e independente, quer política, econômica, intelectual ou cientificamente”.
Amélia Hamze
Profª da FEB/CETEC
FISO, ISEB-Barretos
IV Simpósio Nacional sobre Consciência e o I Simpósio Nacional Infanto Juvenil sobre Consciência
FAZER AMPLA DIVULGAÇÃO!
Já estão abertas as inscrições para o IV Simpósio Nacional sobre Consciência e o I Simpósio Nacional Infanto-juvenil sobre Consciência.
Os eventos ocorrerão no período de 11 a 13 de dezembro de 2009, no Instituto Anísio Teixeira – IAT.
FAÇA JÁ SUA INSCRIÇÃO!
http://www.simposioconscie/ ncia.com. br
Já estão abertas as inscrições para o IV Simpósio Nacional sobre Consciência e o I Simpósio Nacional Infanto-juvenil sobre Consciência.
Os eventos ocorrerão no período de 11 a 13 de dezembro de 2009, no Instituto Anísio Teixeira – IAT.
FAÇA JÁ SUA INSCRIÇÃO!
http://www.simposioconscie/ ncia.com. br
Caminhada pela Paz -Unidade Escolar João XXIII
A Escola João XXIII ,está trabalhando com o projeto Viver e Conviver Melhor , para tanto a Equipe Gestora, Professores e alunos , se preparam para uma caminhada pela Paz , no dia 18/11, quarta-feira , pela manhã em um pequeno mas significativo trajeto pelo fim de linha do Engenho Velho de Brotas.
Parabéns pelo Projeto , pela iniciativa , pois temos que plantar a PAZ em todos os cantos da nossa cidade.
Parabéns pelo Projeto , pela iniciativa , pois temos que plantar a PAZ em todos os cantos da nossa cidade.
Assinar:
Postagens (Atom)