quarta-feira, 21 de abril de 2010

*História do Dia do Índio*


Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data

comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do

decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?

Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado

no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar

com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da

América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para

participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos

primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este

comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo

perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas

resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento

histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi

escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

Comemorações e Importância da data

Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura

indígena. Nas escolas, os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura

indígena, os museus fazem exposições e os minicípios organizam festas

comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da

preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às

suas manifestações culturais.

Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os

portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o

desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda

ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos

povos indígenas estão perdendo suas terras.



VAMOS RESPEITAR E AJUDAR A PRESERVAR A CULTURA INDÍGENA, PORQUE ELA TAMBÉM

                                  FAZ PARTE DA HISTÓRIA DE NOSSO POVO.
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Patati e Patatá visitaram a Unidade Escolar Saturnino Cabral

                                      
Hoje tem Marmelada, tem sim senhor!!!!
Hoje tem Goiabada , tem sim senhor !!!!
E o palhaço o que é ?????
É o Patati e Patatá trazendo muita alegria, muita música para a nossa garotada da Unidade Escolar Saturnino Cabral !
Foi uma tarde Maravilhgosa !!!!!!









Que tarde Maravilhosa !!!!
Valeu Patati e Patatá , as crianças da Saturnino Cabral agradecem essa tarde cheia de risos, músícas e  de muita alegria !!!!
                                      
                                           

quinta-feira, 15 de abril de 2010

VENHA BUSCAR SEU INGRESSO AYMARÁ

                                                                                                                 

Era uma vez uma um mundo encantado de letras, números e sons.

Dentro deste mundo muitas histórias... tinha história de morcego, de dente, de bichos, de dança de música e de amor!
A entrada para este mundo tinha de ser através da leitura... A pessoa deveria ler... só que para ler, primeiro tinha que ficar amiga das letras, colega dos sons e admirador dos números. A natureza, as flores os pássaros e animais também estariam por perto.
Mais como a entrada tinha de ser aos pouquinhos, pensamos em criar um INGRESSO, este ingresso seria distribuído nas escolas... e cada criança teria direito a ele. Seria o INGRESSO AYMARÁ .
Porém toda criança que recebesse ficaria responsável em cuidar de todo o material, deixar limpo, sempre olhar para ele, fazer um carinho e assinar. O mundo encantado estaria ali dentro... em cada folha , em cada história, em cada toque que a pessoa fizesse.

Este ingresso, não seria encontrado em banca de jornal, nem na televisão. Seria encontrado na própria sala DE AULA. ENROLADO EM UM PAPEL DE PRESENTE COM UM LAÇO BEM GRANDE! Onde cada criança estaria criando, vivendo, aprendendo. Venha buscar este INGRESSO e entre neste mundo.


                                                                                                    Isa de Jesus Coutinho
                                                                              Gestora da Unidade Escolar Virgem de La Almudenã







Que maravilha até eu também quero este ingresso.
 A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
Parabéns a Unidade Escolar Virgem de La Almudenã.





                                                                                                                           

terça-feira, 6 de abril de 2010

Páscoa nas Unidades Escolares

"Nada que aconteça vai nos fazer felizes de novo!"

O medo e a confusão dominaram aqueles que tinham acreditado no poder do amor.
Eles, que tinham aprendido
a alegria de amar o próximo do Mestre
que se fazia próximo daqueles
de quem ninguém se aproxima:
dos pobres, dos doentes,
das prostitutas,
dos marginalizados e marginalizadas.
O chão se desfez sob seus pés,
a morte os atingiu...
Estranho, porém,
foi que a morte não os matou;
algo extraordinário aconteceu:
os olhos dos amigos e amigas,
que haviam acreditado num mundo
transformado pelo amor,
reconheceram o Mestre esperado
e proclamaram:
Jesus é o Filho de Deus ressuscitado!
E desde então, para eles e para nós,
se coloca como vitória sobre a dor,
opressão e morte,
a certeza da ressurreição.

Alegria, alegria, agora e para sempre. Amém!

                                                               Feliz Páscoa!!!




A Páscoa está em todas as nossa Unidades Escolares e não podia deixar de acontecer na Unidade Escolar Alexandre Leal.
Um Delicioso Caruru foi servido para nossos alunos.
Parabéns e uma Feliz Páscoa !!!!

domingo, 4 de abril de 2010

Nível de conhecimento dos alunos sobre o sistema de escrita

        ATENÇÃO !!!!!!
                  
1.Pré-silábico

1.1. Escreve utilizando grafismos e outros símbolos
1.2. Utiliza letras para escrever
1.3. Produz escritas diferenciadas (exigência de quantidade mínima de letras e variedade


2.Silabico:
2.1. Estabelece relação entre fala e escrita (faz corresponder para cada sílaba oral uma marca)utilizando grafismos e outros símbolos

2.2. Estabelece relação entre fala e escrita (faz corresponder para cada sílaba oral um grafismo)


2.3. Estabelece relação entre fala e escrita, utiliza letras mas sem fazer uso do valor sonoro convencional

2.4. Estabelece relação entre fala e escrita, fazendo uso do valor sonoro convencional


3.Silábico-alfabético:

3.1. Estabelece relação entre fala e escrita, ora utilizando uma letra para cada sílaba, ora utilizando mais letras


4.Alfabético:

4.1. Produz escritas alfabéticas, mesmo não observando as convenções ortográficas da escrita

4.2. Produz escritas alfabéticas, observando algumas convenções ortográficas da escrita

4.3. Produz escritas alfabéticas, sempre observando as convenções ortográficas da escrita


*Artigo retirado da Revista Nova Escola.

Uma equipe de verdade-A chave foi envolver os funcionários no planejamento e fazer com que todos se sentissem responsáveis pela Educação dos estudantes

UMA NOVA RELAÇÃO Em menos de um ano, Telma Nespolo
uniu professores e servidores em prol da aprendizagem dos alunos  
                        
 Em 2001, ao assumir a direção da EMEF Padre Emílio Becker, em Presidente Prudente, a 560 quilômetros de São Paulo, encontrei professores e funcionários executando suas tarefas sem interagir, sem se comunicar e sem se preocupar com o desempenho geral da escola. O descaso era tão grande que cheguei a ver funcionários se negando a ajudar as crianças quando elas caíam. A frase mais ouvida nos corredores era ‘Essa não é minha função’, o que criava um jogo de empurra-empurra constante: se um aluno estava fora da sala em horário de aula, o inspetor culpava o professor de tê-lo deixado sair e o professor acusava o inspetor pela falta de fiscalização.


Juntos, o vice-diretor, a orientadora pedagógica e eu apostamos que a solução para esse problema seria mostrar a importância de cada um para a escola virar um local bom para as crianças aprenderem e também para nós trabalharmos. Por isso, todos precisavam se envolver na conquista de resultados. Começamos convidando os 15 funcionários para participar da reunião anual de planejamento (até então, só os professores eram convocados).

No primeiro encontro, para quebrar o gelo, montamos grupos com representantes de todos os setores da escola e sugerimos atividades que propiciassem discutir temas como a necessidade de ações conjuntas para atingir as metas. Em seguida, todos responderam individualmente a um questionário, analisando a própria rotina e os processos de funcionamento da escola. Sob a coordenação da equipe gestora, regras e combinados foram discutidas e reformuladas, o projeto pedagógico foi debatido e estabelecemos metas de desempenho. Com base nessas conclusões, os grupos – dessa vez reunidos por setor – traçaram os objetivos de cada função e reorganizaram as atividades cotidianas. Os funcionários de limpeza dividiram entre eles as salas e os horários para que os espaços estivessem sempre limpos. As cozinheiras discutiram como servir a merenda e, ao mesmo tempo, promover a autonomia dos pequenos. Os inspetores decidiram o esquema de entrada das crianças a fi m de evitar atrasos. Os vigias marcaram os horários das rondas para melhor cuidar do entorno da escola. E os professores escolheram os projetos didáticos e os temas das pautas que gostariam de ver contempladas nos momentos de formação. Ao longo do ano, os grupos continuaram se reunindo periodicamente para resolver questões específi - cas de cada área. Assim, todos passaram a se sentir educadores e, em menos de um ano, a falta de integração terminou e os confl itos se amenizaram. Comecei a sentir que estava se formando uma equipe de verdade."


TELMA NESPOLO, diretora da EMEF Padre Emílio Becker, em Presidente Prudente, SP.

*Artigo retirado da Revista Nova Escola.

Escola em novo ritmo: trocar a sirene por música-O sinal barulhento que tocava nos intervalos das aulas e na entrada dos alunos foi substituída por melodias

                                                            
Hora da entrada e da saída dos alunos: toque de sirene por cinco segundos. Hora do recreio: sirene. Intervalo: sirene. Nós todos, na escola, levávamos um susto pelo menos sete vezes durante um período do dia. Isso quando ela não disparava no meio de provas e atividades, desconcentrando estudantes e professores, e nos fins de semana, incomodando a vizinhança. Muitos franziam a testa. Outros tapavam os ouvidos. Alguns já tinham se acostumado. Ninguém gostava, mas esse era o padrão das escolas da rede municipal e nunca ninguém havia questionado.


Até que nas reuniões de pais as reclamações ficaram frequentes. Uma mãe afirmou: 'Esse tipo de som não condiz com o ambiente da escola. Parece toque de fábrica para a entrada de operários'. O movimento tomou corpo: os alunos se organizaram para pedir o fim do barulho e o assunto foi pauta em todas as reuniões. A gota d'água foi o resultado de uma pesquisa de clima que fazemos semestralmente entre os funcionários: a sirene apareceu no topo da lista do que era preciso mudar

Colocamos a questão no conselho de escola e não foi preciso muita discussão para chegar à conclusão de que a música soaria melhor aos ouvidos. A mudança não foi fácil. Primeiro conectamos um tocador de fita cassete às caixas do velho aparelho de som, porém a cada 50 minutos alguém tinha de apertar o 'play'. Depois conseguimos um aparelho de CD, mas a operação ainda era manual. Posteriormente, uma parceria com a comunidade permitiu montar um sistema informatizado. A fiação dos autofalantes foi trocada com o dinheiro arrecadado em festas e hoje tudo funciona automaticamente, na base do sistema de MP3.


O mais divertido foi a seleção musical. Optamos inicialmente por peças clássicas e infantis. Ninguém gostou. Os pequenos da primeira fase do Ensino Fundamental preferiam os hits pop que ouviam no rádio, e os mais velhos, rock. Com o tempo, fomos acertando e tentando agradar a todos. Agora temos um DJ que mora no bairro e periodicamente vem aqui atualizar o arquivo musical - para a escola não ficar fora da parada de sucessos. Contudo, estamos sempre de olho nas letras: não toca nada que seja ofensivo.

Foi impressionante como uma coisa simples ajudou a melhorar o clima. A sirene remetia a um ambiente de produção em série e não de aprendizagem. As trocas de sala ficaram menos estressantes. Nunca mais ouvimos por aqui aquele som estridente, que, além de fazer mal aos ouvidos, parecia estar mandando todo mundo parar de pensar."

*Artigo retirado da Revista Nova Escola