domingo, 10 de janeiro de 2010
Dissimular para aprender
Uma das funções da escola é treinar a criatura para existir no espaço público, com respeito ao próximo. Esse espaço é ponto de encontro de diferentes que podem ser reconhecidos, denominados agrupados, mas não é o lugar de apreciação das particularidades. A natureza fornece ao ser humano algumas diferenças visíveis. A criança se apresenta como tal, o idoso tem suas características reconhecíveis e assim por diante. Nos povos que não usam roupas, as diferenças de gênero são visíveis também.
Entre os que não se desnudam, a roupa comunica o que encobre.
Mas a humanidade não se compõe apenas das diferenças somáticas. A genética e a vida de cada um com as experiências individuais vão dando forma a indivíduos diferentes entre si.
A apresentação pública das diferenças obedece a regras especiais de cada grupo, tribo, classe, religião e cultura. Cabe à escola, espaço privilegiado, protegido, treinar para essa vida pública onde nem todos os desejos podem ser expressos a qualquer momento.
Ruídos do corpo sofrem repressões, desde o grito até o sussurro (não é adequado uma professora sussurrar porque os alunos não escutam). Na escola, aprendemos não só o que temos que dissimular, mas também como treinar para dissimular com o mínimo de sofrimento pessoal.
Por estarem os alunos entre seus pares de mesma idade, protegidos pelo espaço do ano letivo, podem experimentar erros e acertos. Para alguns, ficarem quietos, ouvindo horas a fio, não é muito penoso; para outros, é insuportável. Muito embora sejam todos aparentemente tão iguais entre si ...
Para alguns, treinar, repetir, refazer, é medianamente chato; para outros, quase insuportável. Se dois irmãos podem ser tão diferentes entre si, apesar de uma carga genética parecida, imagine quão grandes são as diferenças entre alunos de uma mesma classe! Mas assim é o mundo.
No lar, as diferenças são mais bem toleradas, graças a vínculos afetivos e culturais. Mas é aí mesmo no lar que se inicia o treinamento para dissimular as diferenças, a fim de tornar a interação, a presença de todos juntos, suportável, quando não é agradável.
Como a escola é o primeiro espaço público de uma criança na atualidade, é lá que ela tem que aprender contenção, ordem, no limite do respeito ao coletivo.
Quando essas funções não são atingidas a contento, a aprendizagem do material curricular fica prejudicada. Resumindo em uma frase: se não houver disciplina, a aprendizagem de todos está prejudicada.
E disciplina não é mudar o temperamento, a personalidade, o jeito de ser de ninguém: é apenas absorver um código e se comportar de acordo com ele para fazer o coletivo possível.
Texto de Anna Verônica Mautner
publicado na revista Profissão Mestre de novembro de 2009.
Pesquisado pela nossa Técnica Zulma Peixoto
A Importância da Integração Escola-Família no Processo Pedagógico
A relevância conferida à família tanto pela constituição no seu Cap. VII – Da família, da criança, do adolescente e do ancião em seus artigos 226, 227 e 228, como pelo Estatuto da Criança e do Adolescente em seu Cap. III – Do direito à convivência familiar e comunitária nos estimula a empreender uma incursão de caráter teórico-conceitual sobre as leis existentes que referendam a questão familiar e sua relação com as práticas de políticas sociais desde o ponto de vista educacional.
Ao examinar-se a realidade, notamos que as práticas postuladas nos documentos se constituem em vias de acesso que as escolas possuem para implementar processos de integração e participação familiar que podem e devem ser organizados e executados pela escola.
Essa constatação nos leva a refletir sobre as dimensões da interrelação escola-família no âmbito da comunidade e se intenta verificar a possibilidade de operacionalizar uma orientação que possa refletir a viabilização de uma interrelação mais efetiva.
Geralmente a iniciação das pessoas na cultura, nos valores e nas normas da sociedade começa na família. Para que o desenvolvimento da personalidade das crianças seja harmonioso é necessário que seu ambiente familiar traduza uma atmosfera de crescente progressão educativa.
Todavia estamos convencidos que todas as instituições e especialmente a escola deve não só apoiar e respeitar os esforços dos pais e responsáveis pelos cuidados, atenção e educação das crianças, e que devem também colocar-se em posição efetiva de gerar iniciativas dirigidas à elevação e aprimoramento social e educacional de seus educandos e respectivas famílias.
Nessa perspectiva, a escola por sua maior aproximação às famílias constitui-se em instituição social importante na busca de mecanismos que favoreça um trabalho avançado em favor de uma atuação que mobilize os integrantes tanto da escola, quanto da família, em direção a uma maior capacidade de dar respostas aos desafios que impõe nossa sociedade.
Essa visão, certamente, contribui para que tenhamos uma maior clareza do que podemos fazer no enfrentamento das questões sócio-educativas no conjunto do movimento social.
As ações de caráter pedagógico que as escolas podem dirigir para favorecer às famílias devem fazer parte de seu projeto e para que isso possa acontecer é fundamental que as ações em favor da família sejam desenvolvidas e presididas pelos princípios da convergência e da complementaridade. Nesse sentido é importante que o projeto inicial se faça levando em conta os grandes e sérios problemas sociais tanto da escola como da família, como reflete os parâmetros curriculares "...repensar sobre o papel e sobre a função da educação escolar, seu foco, sua finalidade, seus valores, é uma necessidade essencial: isso significa considerar características, ânsias,, necessidades e motivações dos alunos, da comunidade local e da sociedade em que ela se insere. A escola tem necessidade de encontrar formas variadas de mobilizações e de organização dos alunos, dos pais e da comunidade, integrando os diversos espaços educacionais que existem na sociedade. (pág. 10)
Substancialmente o que a escola deve fazer é melhorar a posição da família na agenda escolar já implementada pela legislação existente. Promover a família nas ações dos projetos pedagógicos significa enfatizar ações em seu favor e lutar para que possa dar vida as leis.
Mais do que criar um novo espaço para tratar das questões da família ou da escola, a própria escola deve articular seus recursos institucionais, de maneira a assegurar que as reflexões, os debates, os estudos e as propostas de ação possam servir de embasamento para que o desenvolvimento social se concretize por meio de práticas pedagógicas educativas efetiva.
Conectar a interrelação escola-família de forma mais estreita significa construir e desenvolver comunidades nas quais poderemos satisfazer nossas necessidades básicas ao aspirar uma melhor qualidade de vida para as gerações futuras. Para isso precisamos não só aprender sobre os princípios de convivências comunitária como também exercitar esses princípios por meio de relações mais frutíferas e compromissadas com o desenvolvimento educacional e social. Precisamos revitalizar nossas comunidades colaborando para colocar claramente os princípios da interrelação numa prática de relações sociais fortalecidas pelo respeito, pela eficácia das ações e pela luta por uma cidadania digna.
Tanto as comunidades escolares como as comunidades familiares não podem permanecer distanciadas em seu processo de desenvolvimento e funcionamento organizacional, mas devem estar vinculadas e aberta aos recursos educacionais que dispõem e determinar por sua historicidade a dimensão cognitiva e educativa que pretendem aplicar no processo de desenvolvimento humano, e mais precisamente no acompanhamento das novas gerações.
Nesse sentido, as mudanças estruturais e conjunturais dos componentes educacionais em questão necessitam incorporar nas suas relações as formulações desses princípios e utiliza-los como guias para manter pais e professores no caminho do desenvolvimento estável e progressivo.
O primeiro desses princípios é a noção de interdependência. A dependência mútua de todas as pessoas. Essa é a natureza de todo e qualquer relacionamento social. Compreender a interdependência social significa compreender relacionamentos e valorizar a importância que eles tem na formação e no desenvolvimento das pessoas.
A cooperação é o segundo princípio no estabelecimento das relações sociais. A troca de recursos educacionais e de impressões educativas se mantém e se sustentam quando permanece fortalecida a ajuda mútua. A incorporação desse princípio relacional se torna significativo na medida em que vai se consolidando a integração da escola com a família.
O terceiro princípio é a interação dos agentes escolares e familiares. As ações relacionais só podem ser mantidas por meio desse processo. Nas suas relações cada um influencia o outro e desde essa perspectiva educativa, os professores são considerados como as pessoas mais preparadas e capazes de elevar o nível de desenvolvimento não só dos alunos mas de sua família também.
A integração desses fatores nessa proposta nos fornece uma nova configuração da relação escola-família e ressalta a importância da função reitora da escola no sentido de considerar as necessidades familiares no que diz respeito aos aspectos psicológicos, sociais e éticos de uma relação significativa com os outros, de crescimento da própria competência educativa ou de uma participação na definição do significado experiencial da sua vida pessoal, social e educacional.
Pesquisado pela nossa Técnica em Gestão Escolar Zulma Peixoto
Ao examinar-se a realidade, notamos que as práticas postuladas nos documentos se constituem em vias de acesso que as escolas possuem para implementar processos de integração e participação familiar que podem e devem ser organizados e executados pela escola.
Essa constatação nos leva a refletir sobre as dimensões da interrelação escola-família no âmbito da comunidade e se intenta verificar a possibilidade de operacionalizar uma orientação que possa refletir a viabilização de uma interrelação mais efetiva.
Geralmente a iniciação das pessoas na cultura, nos valores e nas normas da sociedade começa na família. Para que o desenvolvimento da personalidade das crianças seja harmonioso é necessário que seu ambiente familiar traduza uma atmosfera de crescente progressão educativa.
Todavia estamos convencidos que todas as instituições e especialmente a escola deve não só apoiar e respeitar os esforços dos pais e responsáveis pelos cuidados, atenção e educação das crianças, e que devem também colocar-se em posição efetiva de gerar iniciativas dirigidas à elevação e aprimoramento social e educacional de seus educandos e respectivas famílias.
Nessa perspectiva, a escola por sua maior aproximação às famílias constitui-se em instituição social importante na busca de mecanismos que favoreça um trabalho avançado em favor de uma atuação que mobilize os integrantes tanto da escola, quanto da família, em direção a uma maior capacidade de dar respostas aos desafios que impõe nossa sociedade.
Essa visão, certamente, contribui para que tenhamos uma maior clareza do que podemos fazer no enfrentamento das questões sócio-educativas no conjunto do movimento social.
As ações de caráter pedagógico que as escolas podem dirigir para favorecer às famílias devem fazer parte de seu projeto e para que isso possa acontecer é fundamental que as ações em favor da família sejam desenvolvidas e presididas pelos princípios da convergência e da complementaridade. Nesse sentido é importante que o projeto inicial se faça levando em conta os grandes e sérios problemas sociais tanto da escola como da família, como reflete os parâmetros curriculares "...repensar sobre o papel e sobre a função da educação escolar, seu foco, sua finalidade, seus valores, é uma necessidade essencial: isso significa considerar características, ânsias,, necessidades e motivações dos alunos, da comunidade local e da sociedade em que ela se insere. A escola tem necessidade de encontrar formas variadas de mobilizações e de organização dos alunos, dos pais e da comunidade, integrando os diversos espaços educacionais que existem na sociedade. (pág. 10)
Substancialmente o que a escola deve fazer é melhorar a posição da família na agenda escolar já implementada pela legislação existente. Promover a família nas ações dos projetos pedagógicos significa enfatizar ações em seu favor e lutar para que possa dar vida as leis.
Mais do que criar um novo espaço para tratar das questões da família ou da escola, a própria escola deve articular seus recursos institucionais, de maneira a assegurar que as reflexões, os debates, os estudos e as propostas de ação possam servir de embasamento para que o desenvolvimento social se concretize por meio de práticas pedagógicas educativas efetiva.
Conectar a interrelação escola-família de forma mais estreita significa construir e desenvolver comunidades nas quais poderemos satisfazer nossas necessidades básicas ao aspirar uma melhor qualidade de vida para as gerações futuras. Para isso precisamos não só aprender sobre os princípios de convivências comunitária como também exercitar esses princípios por meio de relações mais frutíferas e compromissadas com o desenvolvimento educacional e social. Precisamos revitalizar nossas comunidades colaborando para colocar claramente os princípios da interrelação numa prática de relações sociais fortalecidas pelo respeito, pela eficácia das ações e pela luta por uma cidadania digna.
Tanto as comunidades escolares como as comunidades familiares não podem permanecer distanciadas em seu processo de desenvolvimento e funcionamento organizacional, mas devem estar vinculadas e aberta aos recursos educacionais que dispõem e determinar por sua historicidade a dimensão cognitiva e educativa que pretendem aplicar no processo de desenvolvimento humano, e mais precisamente no acompanhamento das novas gerações.
Nesse sentido, as mudanças estruturais e conjunturais dos componentes educacionais em questão necessitam incorporar nas suas relações as formulações desses princípios e utiliza-los como guias para manter pais e professores no caminho do desenvolvimento estável e progressivo.
O primeiro desses princípios é a noção de interdependência. A dependência mútua de todas as pessoas. Essa é a natureza de todo e qualquer relacionamento social. Compreender a interdependência social significa compreender relacionamentos e valorizar a importância que eles tem na formação e no desenvolvimento das pessoas.
A cooperação é o segundo princípio no estabelecimento das relações sociais. A troca de recursos educacionais e de impressões educativas se mantém e se sustentam quando permanece fortalecida a ajuda mútua. A incorporação desse princípio relacional se torna significativo na medida em que vai se consolidando a integração da escola com a família.
O terceiro princípio é a interação dos agentes escolares e familiares. As ações relacionais só podem ser mantidas por meio desse processo. Nas suas relações cada um influencia o outro e desde essa perspectiva educativa, os professores são considerados como as pessoas mais preparadas e capazes de elevar o nível de desenvolvimento não só dos alunos mas de sua família também.
A integração desses fatores nessa proposta nos fornece uma nova configuração da relação escola-família e ressalta a importância da função reitora da escola no sentido de considerar as necessidades familiares no que diz respeito aos aspectos psicológicos, sociais e éticos de uma relação significativa com os outros, de crescimento da própria competência educativa ou de uma participação na definição do significado experiencial da sua vida pessoal, social e educacional.
Pesquisado pela nossa Técnica em Gestão Escolar Zulma Peixoto
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
1º Boletin da Matrícula 2010
Já iniciamosa Matrícula 2010, fazendo a renovação dos nossos alunos , matriculando os alunos concluíntes dos Grupos 5, que vão para o 1ª ano de escolarização e os concluímtes do 5ºano de escolarização que vão ára o Ensino Fundamental II , 6ºano.
Graças a Deus está sendo tranquila.
A partir do dia 11/01 é que começaremos a Matricula dos novos alunos da Rede Municipal de Ensino.
Temos certeza que os números de alunos vai superar os do ano de 2009.
Aguardem o próximo informe!!!!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
MATRÍCULA 2010
A Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult) inicia o período de matrículas da Rede Municipal de Ensino nesta terça-feira (5). Para garantir um atendimento eficiente e ágil, todas as 414 unidades de ensino da rede foram transformadas em postos de matrícula e estarão interligadas pelo Sistema de Matrícula Informatizada, o que possibilita que a inscrição seja feita em qualquer escola e não somente na unidade em que o aluno vai estudar.
Além disso, a Secult contratou 480 atendentes que vão se unir às equipes das escolas durante todo período, assegurando que, assim como nos outros anos, o tempo médio de 15 minutos para a efetivação da inscrição seja cumprido. A previsão é de que 60 mil novos alunos ingressem na rede e outros 120 mil tenham suas matrículas renovadas. Em 2009, 150 mil matrículas foram realizadas.
O calendário de matrícula 2010 será iniciado nos dias 5 e 6 de janeiro, com o período de renovação para os alunos que já fazem parte da rede municipal de ensino. O procedimento é automático, não sendo necessário que os pais compareçam às unidades.
Confira o cronograma de matrícula:
07 e 08 de janeiro
Alunos concluintes da Educação Infantil (Grupo 5) e do Ensino Fundamental I (5º ano) que deverão ser transferidos de escola por esta não oferecer as turmas seguintes (1º ano do Ensino Fundamental I e 6º ano do Ensino Fundamental II)
11 de janeiro
Alunos oriundos de Escolas Comunitárias
12 de janeiro
Alunos novos para Educação Infantil
13 de janeiro
Alunos novos para o 1º ano de escolarização (06 anos completos até o 1º dia letivo de 2010)
14 de janeiro
Alunos novos para os 2º e 3º anos de escolarização
15 e 18 de janeiro
Alunos novos para os 4º e 5º anos de escolarização
19 e 20 de janeiro
Alunos novos para o 6º ao 9º ano de escolarização
21 e 22 de janeiro
Alunos novos para o Segmento da Educação de Jovens e Adultos
08 de fevereiro
Início do ano letivo
domingo, 3 de janeiro de 2010
Dicas para o Sucesso
Elogie 3 pessoas por dia.
Tenha um aperto de mão firme.
Olhe as pessoas nos olhos.
Gaste menos do que ganha.
Saíba perdoar a si e aos outros.
Trate os outros como gostaria de ser tratado.
Faça novos amigos.
Saíba guardar segredos.
Não adie uma alegria.
Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados.
Sorria.
Aceite uma mão estendida.
Pague suas contas em dia.
Não reze para pedir coisas. Reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem.
Dê às pessoas uma segunda chance.
Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso.
Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas.
Dê o melhor de si no seu trabalho. Tenha prazer em fazer bem feito.
Seja humilde, principalmente nas vitórias.
Jamais prive uma pessoa de esperança. Pode ser que ela só tenha isso.
Seja FELIZ !!!!!
Soria voc^está sendo filmnado !!!!!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Campanha da PAZ
Vejam alguns dos links que você pode acessar e cultivar a PAZ!!!!!
Gente que Faz a Paz - www.gentequefazapaz.org.br
Iniciativa das Religiões Unidas - www.uri.org/americalatina
Mais Social - www.maissocial.salvador.ba.gov.br
Marcha Mundial pela Paz e pela Não-Violência - marchamundial.org.br
Prefeitura de Salvador – www.pms.ba.gov.br
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - www.pnud.org.br
Rodas da Paz - www.rodasdapaz.org.br
UNESCO no Brasil - www.brasilia.unesco.org
UNIPAZ - www.pms.ba.gov.br
Sou da Paz - http://www.soudapaz.org/
Gente que Faz a Paz - www.gentequefazapaz.org.br
Iniciativa das Religiões Unidas - www.uri.org/americalatina
Mais Social - www.maissocial.salvador.ba.gov.br
Marcha Mundial pela Paz e pela Não-Violência - marchamundial.org.br
Prefeitura de Salvador – www.pms.ba.gov.br
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - www.pnud.org.br
Rodas da Paz - www.rodasdapaz.org.br
UNESCO no Brasil - www.brasilia.unesco.org
UNIPAZ - www.pms.ba.gov.br
Sou da Paz - http://www.soudapaz.org/
Precisamos cultivar a PAZ!!!!
PAZ nas nossa Escolas !!!!
Vamos acreditar !!!
A PAZ está nas nossas mãos !!!!
Campanha Salvador da Paz !!!!
A Prefeitura da Cidade do Salvador ,já está fazendo a sua parte .Entre no site http://www.salvadordapaz.com.br/.
Deixe seu recado, a Paz está nas nossas mãos , chame o colega que está do seu lado, vamos juntos fazer a Paz e deixar que ela tome conta de TODA a nossa Cidade,
Vamos Participe !!!!!
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